Matéria sobre a língua
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Linguagem é um sistema complexo e dinâmico de símbolos convencionados, usado em modalidades diversas para o homem comunicar e pensar (Sim-Sim, Inês: 1998);
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Língua é um sistema linguístico partilhado pelos falantes de uma determinada comunidade (Sim-Sim, Inês: 1998);
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Língua materna é a língua que nós adquirimos durante a infância graças ao meio envolvente (Sim-Sim, Inês: 1998).
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É a materialização da língua na sua vertente oral, sendo produzida através de uma técnica de articulação de sons.
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Aquisição é o mecanismo de forma inconscientemente da estrutura linguística pela imersão, sem que para isso seja necessário ser ensinado (Sim-Sim, Inês: 1998); Aprendizagem é o processo por meio do qual, e através da experiência ou da prática, de forma mais ou menos consciente, se instalam modificações no desempenho do sujeito (Sim-Sim, Inês: 1998);
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Aquisição é o método de apropriarmos inconscientemente um sistema linguístico, pela imersão, sem que para tal seja necessário um ensinamento. A aprendizagem é o sistema que envolve a experiência e a prática, sendo do domínio explícito e consciente, que modifica o desempenho da pessoa. Ao contrário da aquisição, a aprendizagem necessita de ensino, não necessariamente por uma identidade profissional.
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A língua utilizada no quadro das diversas atividades oficiais: legislativas, executivas e judiciais de um estado soberano ou território,
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Nem sempre consagrada na lei,
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Podem coexistir várias línguas oficiais num mesmo território,
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A escolha de uma língua oficial é uma decisão política.
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Também conhecida, como língua nativa ou primeira língua, é o código adquirido implícita e naturalmente, que relaciona o homem com um grupo linguístico ao qual faz parte. É a língua nativa que oralmente se adquire e desenvolve desde o nascimento e se prolonga nos anos seguintes.
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Língua estrangeira: língua não materna aprendida num espaço onde não tem nenhum estatuto sociopolítico.
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Língua segunda: língua não materna aprendida num espaço onde tem estatuto sociopolítico (língua oficial, língua de escolarização...).
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Variação diacrónica (grego Kronos/tempo) ou histórica (através do tempo). Há sempre variação diacrónica entre duas ou mais formas, acabando uma delas por prevalecer. É a Linguística Histórica que estuda esta variação.
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Variação sincrónica (do grego sy'n = simultaneidade).As variações são observáveis num mesmo período de tempo.
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Variação diatópica (grego topos/lugar), geolinguística ou dialetal, variação de lugar para lugar de acordo com áreas mais ou menos coesas. É a Dialetologia que estuda esta variação.
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Variação diastrática (grego stratus/camada,nível) ou social relacionada com os fatores sociais. É a Sociolinguística que estuda esta variação. Exemplo: gírias (utilizadas por um dado grupo que não quer ser compreendido por alguém exterior ao grupo, afeta todo o discurso); tecnoletos (linguagem técnica necessária em alguns contextos, não afeta todo o discurso)
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Variação diafásica (grego phasis/fala) relacionada com o facto de cada falante de acordo com o grau de formalidade e o tipo de situação discursiva adotar registos linguísticos em consonância.
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Idioleto – conjunto de hábitos discursivos próprios de um determinado falante.
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É o sistema que consiste em comunicar verbal ou gestualmente, que difere de comunidade para comunidade. Qualquer indivíduo está predisposto a adquiri-lo se estiver inserido nessa comunidade.
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Conjunto complexo de processos, que resulta de uma actividade psíquica determinada pela vida social, a partir do qual o ser humano transmite as suas emoções e os seus pensamentos, quer seja pela fala, pela escrita ou por outros símbolos convencionados.
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A posse da linguagem, mais do que qualquer outro atributo, distingue os seres humanos dos animais. Para compreendermos a nossa humanidade teremos de compreender a linguagem que nos torna humanos.
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